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Campo DCValorIdioma
dc.creatorEscola Superior de Ciências da Saúde-
dc.date.accessioned2026-03-23T17:57:22Z-
dc.date.available2026-03-15-
dc.date.available2026-03-23T17:57:22Z-
dc.date.issued2025-03-10-
dc.identifier.citationESCOLA SUPERIOR DE CIÊNCIAS DA SAÚDE. Transtornos mentais e do comportamento: módulo 401: manual do estudante. Brasília: FEPECS, 2025. 34 p.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositoriobce.fepecs.edu.br/handle/123456789/1640-
dc.description.resumoDas dez principais causas de afastamento do trabalho no Brasil, cinco estão relacionadas ao adoecimento em saúde mental. Considere-se o seguinte cenário epidemiológico: três por centro da população geral apresenta algum transtorno mental grave, seis por cento da população apresenta algum comprometimento grave em decorrência do uso de álcool e drogas ilícitas e 14% da população necessita de algum atendimento em saúde mental contínuo ou eventual. Cerca de 25% a 50% dos pacientes que procuram médico na atenção primária, apresentam pelo menos um transtorno psiquiátrico ou neurológico. Considerando esse painel epidemiológico, não resta dúvida que o bom exercício da medicina, independente de seu local de atuação ou grau de especialização do médico ou da médica, requererá bom domínio de conhecimento para identificação precoce, prevenção e tratamento eficiente das pessoas que necessitam de seus cuidados. Mas para além da capacidade técnica de cuidar daquele que padece de sofrimento psíquico o bom médico deverá assumir uma postura de acolhimento, amorosidade e empatia para com seu paciente, ainda que acometido pela loucura. A reação histórica comum da sociedade é a exclusão dos doentes mentais. A “loucura” ainda carrega o peso perverso que não raramente a correlacionou com a irresponsabilidade, a agressividade e a incapacidade. Essa caricatura das pessoas que sofrem de desordens mentais não pode perdurar! Há que encerrar o distanciamento, a esquiva e o intenso preconceito ainda presente entre os profissionais de saúde, os médicos inclusive. A reforma psiquiatria pela qual o mundo e o Brasil passaram nas décadas anteriores é a mensagem que a sociedade espera: tolerância, respeito e inclusão. Esse modelo de cuidado centrado na pessoa, fundado na comunidade e na proteção dos direitos humanos das pessoas com transtorno mental em substituição do modelo baseado na exclusão dos hospitais psiquiátrico sé posição da qual não podemos nos afastar. Esta unidade educacional tem como objetivo principal proporcionar ao futuro médico o conhecimento dos transtornos mentais mais prevalentes dentro de uma perspectiva integrada, buscando a compreensão das pessoas como sujeitos singulares, sociais, políticos e biológicos. Entender a dor psíquica e sua importância no adoecimento do ser humano é fundamental para findar preconceito, exclusão e solidificar a identidade humanística do médico contemporâneo.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherEscola Superior de Ciências da Saúdept_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsESCSpt_BR
dc.rightsAcesso Restritopt_BR
dc.subjectPsiquiatriapt_BR
dc.subjectPsicologiapt_BR
dc.subjectDistúrbios do comportamentopt_BR
dc.subjectTranstornos mentaispt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::SAUDE COLETIVA::EPIDEMIOLOGIApt_BR
dc.titleTranstorno mentais e do comportamento: módulo 401: manual do estudantept_BR
dc.title.alternativeMódulo 401: transtornos mentais e do comportamento: manual do estudantept_BR
dc.typeMódulopt_BR
Aparece nas coleções:Módulos 2021 - 2025

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