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dc.contributor.advisor1Novaes, Maria Rita Carvalho Garbi-
dc.contributor.advisor1Lattesfora do arpt_BR
dc.contributor.referee1Novaes, Maria Rita Carvalho Garbi-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9467256117507497pt_BR
dc.contributor.referee2Reis, Carmélia Matos Santiago-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/4923956388814961pt_BR
dc.contributor.referee3Salomon, Ana Lúcia Ribeiro-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/2834303104665971pt_BR
dc.contributor.referee4Franzotti, Elaine Maria-
dc.contributor.referee4Latteshttp://lattes.cnpq.br/2954787563261654pt_BR
dc.contributor.referee5Silva, Renata Ferreira-
dc.contributor.referee5Latteshttp://lattes.cnpq.br/3695169211705630pt_BR
dc.creatorSilva, Ana Paula Alves da-
dc.date.accessioned2026-08-05T17:37:51Z-
dc.date.available2026-07-15-
dc.date.available2026-08-05T17:37:51Z-
dc.date.issued2026-05-11-
dc.identifier.citationSILVA, A. P. A. O uso de antipsicóticos no manejo de transtornos mentais crônicos graves e persistentes: uma revisão de escopo. 2026. 49 p. Dissertação (Mestrado - apresentado ao Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Ciências para a Saúde), Escola Superior em Ciências da Saúde - ESCS, Universidade do Distrito Federal, Brasília, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositoriobce.fepecs.edu.br/handle/123456789/1712-
dc.description.abstractChronic severe and persistent mental disorders represent a significant public health challenge due to their high prevalence, prolonged course, substantial functional impairment, and the need for continuous follow-up within health care systems. In this context, antipsychotic medications constitute the main pharmacological class used in the clinical management of these conditions and are widely prescribed in the treatment of schizophrenia, schizoaffective disorder, and severe forms of bipolar disorder, both in psychiatric inpatient settings and in community mental health services. Despite their therapeutic relevance, the long-term use of these medications is marked by challenges related to drug selection, therapeutic regimens, safety, treatment adherence, metabolic and neurological adverse effects, as well as the frequent practice of antipsychotic polypharmacy. The general objective of this scoping review was to map and synthesize the scientific evidence published over the last ten years regarding the use of antipsychotics in the management of chronic severe and persistent mental disorders, with emphasis on psychiatric hospitalization and community-based mental health care settings. This is a qualitative, exploratory, and descriptive scoping review conducted in accordance with the methodological framework proposed by Arksey and O’Malley and the recommendations of the PRISMA Extension for Scoping Reviews (PRISMA-ScR). The literature search was carried out in the PubMed/MEDLINE, Virtual Health Library, Scopus, PsycINFO, Web of Science, and CAPES Journals Portal databases, in addition to grey literature sources, considering studies published between January 2015 and December 2024. Original articles, reviews, clinical guidelines, dissertations, and theses addressing the use of first- and/or second-generation antipsychotics in populations with chronic severe and persistent mental disorders were included. The results revealed substantial heterogeneity in antipsychotic use, both regarding pharmacological classes and therapeutic regimens. A predominance of second-generation antipsychotics was observed, mainly justified by their more favorable tolerability profile, although concerns regarding metabolic adverse effects remain prominent. Antipsychotic polypharmacy emerged as a recurrent practice in contexts of greater clinical severity, despite ongoing controversies surrounding its effectiveness and safety. In community mental health services, antipsychotics were identified as a central component of treatment, frequently associated with challenges related to treatment adherence, insufficient monitoring of adverse effects, and weaknesses in the integration of pharmacological management with psychosocial interventions. It is concluded that, although antipsychotics are essential in the management of chronic severe and persistent mental disorders, the scientific literature highlights relevant gaps concerning rational use, long-term treatment safety, and the integration of pharmacological care with psychosocial approaches. This scoping review allowed for the identification of trends, convergences, and challenges in the field, contributing to the improvement of clinical practice, the organization of mental health services, and the direction of future research.pt_BR
dc.description.resumoOs transtornos mentais crônicos graves e persistentes configuram importante problema de saúde pública, em razão de sua elevada prevalência, curso prolongado, impacto funcional significativo e necessidade de acompanhamento contínuo nos sistemas de saúde. Nesse contexto, os antipsicóticos constituem a principal classe farmacológica utilizada no manejo clínico dessas condições, sendo amplamente empregados no tratamento da esquizofrenia, do transtorno esquizoafetivo e de formas graves do transtorno bipolar, tanto em contextos de internação psiquiátrica quanto em serviços comunitários de saúde mental. Apesar de sua relevância terapêutica, o uso prolongado desses medicamentos é permeado por desafios relacionados à escolha do fármaco, esquemas terapêuticos, segurança, adesão ao tratamento, efeitos adversos metabólicos e neurológicos, bem como à prática frequente de polifarmácia. O objetivo geral desta revisão de escopo foi mapear e sintetizar as evidências científicas disponíveis, nos últimos dez anos, acerca do uso de antipsicóticos no manejo de transtornos mentais crônicos graves e persistentes, com ênfase nos contextos de internação psiquiátrica e nos serviços comunitários de saúde mental. Trata-se de uma revisão de escopo, de natureza qualitativa, exploratória e descritiva, conduzida conforme o referencial metodológico proposto por Arksey e O’Malley e as recomendações do PRISMA-ScR. A busca bibliográfica foi realizada nas bases PubMed/MEDLINE, Biblioteca Virtual em Saúde, Scopus, PsycINFO, Web of Science e Portal de Periódicos da CAPES, além da literatura cinzenta, considerando estudos publicados entre janeiro de 2015 e dezembro de 2024. Foram incluídos artigos originais, revisões, diretrizes clínicas, dissertações e teses que abordassem o uso de antipsicóticos de primeira e/ou segunda geração em populações com transtornos mentais crônicos graves e persistentes. Os resultados evidenciaram ampla heterogeneidade na utilização de antipsicóticos, tanto no que se refere às classes farmacológicas quanto aos esquemas terapêuticos adotados. Observou-se predominância do uso de antipsicóticos de segunda geração, justificada por melhor perfil de tolerabilidade, embora persistam preocupações relacionadas aos efeitos adversos metabólicos. A polifarmácia antipsicótica mostrou-se prática recorrente em contextos de maior gravidade clínica, apesar das controvérsias quanto à sua eficácia e segurança. Nos serviços comunitários de saúde mental, destacou-se a centralidade dos antipsicóticos como eixo do tratamento, frequentemente associados a dificuldades de adesão, monitoramento insuficiente de efeitos adversos e fragilidades na articulação com intervenções psicossociais. Conclui-se que, embora os antipsicóticos sejam fundamentais no manejo dos transtornos mentais crônicos graves e persistentes, a literatura científica aponta lacunas relevantes quanto ao uso racional, à segurança do tratamento prolongado e à integração do cuidado medicamentoso com abordagens psicossociais. A revisão de escopo permitiu mapear tendências, convergências e desafios, contribuindo para o aprimoramento da prática clínica, da organização dos serviços de saúde mental e para o direcionamento de futuras investigações na área.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherEscola Superior de Ciências da Saúdept_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentGerência do Curso de Mestrado e Doutoradopt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Mestrado Acadêmico em Ciências da Saúdept_BR
dc.publisher.initialsESCSpt_BR
dc.rightsAcesso Embargadopt_BR
dc.subjectAntipsicóticospt_BR
dc.subjectTranstornos mentais crônicospt_BR
dc.subjectSaúde mentalpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDEpt_BR
dc.titleO uso de antipsicóticos no manejo de transtornos mentais crônicos graves e persistentes: uma revisão de escopopt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.creator.emailanapaula.lisboa.med@gmail.compt_BR
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