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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisor1Salomon, Ana Lúcia Ribeiro-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2834303104665971pt_BR
dc.contributor.referee1Salomon, Ana Lúcia Ribeiro-
dc.contributor.referee2Sant Ana, Geisa-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/7393794593858556pt_BR
dc.contributor.referee3França, Valdelice Nascimento de-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/3984666233158280pt_BR
dc.contributor.referee4Maesso, Márcia Cristina-
dc.creatorSouza Júnior, David Barbosa de-
dc.date.accessioned2026-08-05T17:48:45Z-
dc.date.available2026-07-15-
dc.date.available2026-08-05T17:48:45Z-
dc.date.issued2026-06-09-
dc.identifier.citationSOUZA JUNIOR, D. B. Riscos psicossociais nas residências em medicina de família e comunidade do Distrito Federal. 2026. 86 p. Dissertação (Mestrado - apresentado ao Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Ciências para a Saúde), Escola Superior em Ciências da Saúde - ESCS, Universidade do Distrito Federal, Brasília, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositoriobce.fepecs.edu.br/handle/123456789/1713-
dc.description.abstractIntroduction: Medical residency, recognized as the gold standard for specialized training in Brazil, is a setting for work-based learning, but also one marked by intense clinical, pedagogical, and subjective demands. In the field of Family and Community Medicine, the expansion of Network Residency Programs, especially within the Federal District State Health Secretariat, increased the number of positions and training settings while also revealing challenges related to working conditions, institutional organization, and the mental health of residents and preceptors. Exposure to psychosocial risk factors, such as overload, harassment, violence, imbalance between personal and professional life, emotional distress, and use of psychoactive substances, may affect training, professional performance, and the quality of health care. Objective: To analyze the psychosocial risks and work context of residents and preceptors in the Family and Community Medicine Residency Program who use training settings linked to the Federal District State Health Secretariat. Method: This was a descriptive, field-based, quantitative, exploratory cross-sectional study conducted with 109 participants, including 37 preceptors, 36 first-year residents, and 36 second-year residents. Data were collected using a structured, validated, and adapted electronic questionnaire administered through the REDCap® platform. Sociodemographic variables, working conditions, satisfaction with the specialty, work environment, exposure to harassment and violence, anxiety and depressive symptoms, psychosomatic complaints, suicidal ideation, professional activities outside residency, and use of psychoactive substances were investigated. The analysis included descriptive and inferential statistical procedures, with a 5% significance level. Results: A total of 109 participants took part in the study, with a predominance of women and heterosexual individuals. Differences were observed between groups regarding marital status and living arrangements, with a higher proportion of single residents and married or cohabiting preceptors. Compared with preceptors, residents reported greater dissatisfaction with the specialty, higher daily emotional exhaustion, anxiety symptoms, difficulty controlling worries, depressive feelings, and greater imbalance between professional and personal life. Physical aggression was more frequent among second-year residents, particularly when perpetrated by patients or accompanying persons. Consumption of energy drinks was higher among residents. Although no statistically significant differences were observed regarding suicidal ideation, its presence was identified in all groups. Psychosomatic complaints were high and similarly distributed among residents and preceptors. Conclusion: Residency in Family and Community Medicine in training settings linked to SES-DF is associated with important psychosocial risk factors, with greater vulnerability among residents, especially regarding emotional distress, dissatisfaction with the specialty, imbalance between work and personal life, and exposure to situations of violence. The findings indicate the need for ongoing institutional strategies to promote mental health, prevent violence, strengthen supervision, and expand psychosocial support, in order to improve the training and work environment, protect residents and preceptors, and contribute to safer, more ethical, and more humanized care within the Brazilian Unified Health System.pt_BR
dc.description.resumoReferência: Riscos Psicossociais nas Residências em Medicina de Família e Comunidade do Distrito Federal. Introdução: A residência médica, reconhecida como padrão ouro da formação especializada no Brasil, constitui espaço de aprendizagem em serviço, mas também de intensa exigência assistencial, pedagógica e subjetiva. No campo da Medicina de Família e Comunidade, a expansão dos Programas de Residência em Rede, especialmente no âmbito da Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal, ampliou vagas e cenários formativos, ao mesmo tempo em que evidenciou desafios relacionados às condições de trabalho, à organização institucional e à saúde mental de residentes e preceptores. A exposição a fatores de risco psicossociais, como sobrecarga, assédio, violência, desequilíbrio entre vida pessoal e profissional, sofrimento emocional e uso de substâncias psicoativas, pode repercutir na formação, no desempenho profissional e na qualidade do cuidado em saúde. Objetivo: Analisar os riscos psicossociais e o contexto de trabalho de residentes e preceptores do Programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade que utilizam os cenários formativos vinculados à Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal. Método: Estudo descritivo, de campo, quantitativo e transversal exploratório, realizado com 109 participantes, sendo 37 preceptores, 36 residentes de primeiro ano e 36 residentes de segundo ano. A coleta de dados ocorreu por meio de questionário eletrônico estruturado, validado e adaptado, aplicado pela plataforma REDCap®. Foram investigadas variáveis sociodemográficas, condições de trabalho, satisfação com a especialidade, ambiente laboral, exposição a assédio e violência, sintomas de ansiedade e depressão, queixas psicossomáticas, ideação suicida, atividades profissionais extra-residência e uso de substâncias psicoativas. A análise incluiu procedimentos estatísticos descritivos e inferenciais, com nível de significância de 5%. Resultados: Um total de 109 participantes fizeram parte do estudo, com predominância de mulheres e de pessoas heterossexuais. Houve diferenças entre os grupos quanto ao estado civil e à situação de moradia, com maior proporção de residentes solteiros e de preceptores casados ou em união estável. Residentes relataram maior insatisfação com a especialidade, maior desgaste emocional diário, sintomas ansiosos, dificuldade em controlar preocupações, sentimentos depressivos e maior desequilíbrio entre vida profissional e pessoal, em comparação aos preceptores. A agressão física foi mais frequente entre residentes de segundo ano, sobretudo quando praticada por pacientes ou acompanhantes. O consumo de bebidas energéticas foi maior entre residentes. Embora não tenham sido observadas diferenças estatísticas quanto à ideação suicida, sua presença foi identificada em todos os grupos. As queixas psicossomáticas foram elevadas e distribuíram-se de modo semelhante entre residentes e preceptores. Conclusão: A residência em Medicina de Família e Comunidade nos cenários formativos vinculados à SES-DF associa-se a importantes fatores de risco psicossociais, com maior vulnerabilidade entre residentes, especialmente quanto ao sofrimento emocional, à insatisfação com a especialidade, ao desequilíbrio entre trabalho e vida pessoal e à exposição a situações de violência. Os achados indicam a necessidade de estratégias institucionais permanentes de promoção da saúde mental, prevenção de violências, fortalecimento da supervisão e ampliação do suporte psicossocial, de modo a qualificar o ambiente formativo e laboral, proteger residentes e preceptores e contribuir para um cuidado mais seguro, ético e humanizado no Sistema Único de Saúde.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherEscola Superior de Ciências da Saúdept_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentGerência do Curso de Mestrado e Doutoradopt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Mestrado Acadêmico em Ciências da Saúdept_BR
dc.publisher.initialsESCSpt_BR
dc.rightsAcesso Embargadopt_BR
dc.subjectMedicina da família e comunidadept_BR
dc.subjectEsgotamento psicológicopt_BR
dc.subjectCondições de trabalhopt_BR
dc.subjectSaúde mentalpt_BR
dc.subjectInternatopt_BR
dc.subjectResidênciapt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDEpt_BR
dc.titleRiscos psicossociais nas residências em medicina de família e comunidade do Distrito Federalpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.creator.emaildbsouzajr@gmail.compt_BR
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