Por favor, use este identificador para citar o enlazar este ítem: https://repositoriobce.fepecs.edu.br/handle/123456789/1675
metadata.dc.type: Dissertação
Título : Identificação precoce dos sinais de risco para transtorno do espetro autista no ambulatório de puericultura de um serviço de referência do Distrito Federal: trainamento no uso da Grade Preaut
metadata.dc.creator: Campos, Indira Souza Costa
metadata.dc.contributor.advisor1: Figueiredo, Ana Cláudia Novais Godoy
metadata.dc.contributor.advisor2: Picanço, Marilucia Rocha de Almeida
metadata.dc.contributor.referee1: Figueiredo, Ana Cláudia Morais Godoy
metadata.dc.contributor.referee2: Picanço, Marilucia Rocha de Almeida
metadata.dc.contributor.referee3: Santana, Levy Aniceto
metadata.dc.contributor.referee4: Martins, Carmen Lívia Faria da Silva
metadata.dc.contributor.referee5: Pimentel Filho, João da Costa
metadata.dc.description.resumo: Introdução: O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é um distúrbio do neurodesenvolvimento infantil caracterizado por dificuldades na interação social, comunicação, comportamentos repetitivos e interesses específicos, estando seu diagnóstico precoce associado à possibilidade de intervenção em tempo hábil e atenuação da gravidade da expressão fenotípica e genética. O TEA tem origem ainda nos primeiros anos de vida, mas sua apresentação não ocorre de maneira uniforme, podendo os primeiros sinais serem aparentes logo após o nascimento, o que faz com que o diagnóstico do transtorno se constitua em um desafio para a sociedade, no que diz respeito a sua identificação, tratamento e instituição de políticas públicas. Objetivo: Identificar a prevalência dos sinais positivos de risco psíquico para o desenvolvimento de TEA em lactentes com idade do quarto ao décimo quinto mês de vida, acompanhados no ambulatório de um serviço de referência do Distrito Federal com a utilização da Grade PREAUT, que é uma ferramenta de triagem, já validada no Brasil, criada a partir de um estudo francês e pautada nos princípios da psicanálise, a qual possibilita identificar precocemente os sinais de risco psíquico em crianças que poderão desenvolver o TEA, bem como capacitar a equipe de profissionais responsáveis pelos atendimentos de puericultura, incorporando o uso da Grade PREAUT no referido serviço. Método: Estudo observacional, transversal, descritivo, em que foram avaliados lactentes do quarto ao décimo quinto mês de vida, no período entre os meses de março de 2025 e julho de 2025. Para identificar os sinais de risco e os fatores associados ao TEA foi aplicada a Grade PREAUT e um questionário contendo variáveis sociais e demográficas, definidas, segundo a literatura, como pertinentes ao estudo, no caso idade cronológica (em meses), idade gestacional (em semanas e dias), sexo (feminino ou masculino), tipo de parto (vaginal ou cesárea) , Apgar de 1º e 5º minutos de vida, peso ao nascer (em gramas), idade dos pais (em anos), necessidade internação em UTI neonatal, necessidade oxigenioterapia, realização de pré-natal pela mãe, período gestacional em que iniciou o pré-natal e número de consultas, doenças maternas durante a gestação, uso de medicamentos neuropsiquiátricos pela mãe e outras condições clínicas. As etapas da pesquisa foram executadas no ambulatório de Pediatria - Crescimento e Desenvolvimento, o qual funciona dentro do prédio denominado Unidade da Criança e do Adolescente de um hospital universitário do Distrito Federal. O estudo foi realizado em 4 etapas considerando a seleção dos participantes, a coleta de dados pelos pesquisadores, a realização do curso e treinamento da equipe no uso da Grade PREAUT e, por fim, a análise estatística da relação entre a variável desfecho e as covariáveis definidas. A Grade PREAUT, instrumento utilizado na coleta de dados, é composto por quatro questões que visam observar a interação mãe-bebê, onde pode ser alcançado um somatório de até quinze pontos, sendo que quando a pontuação for inferior a três será necessário responder mais duas questões adicionais ao questionário e, de acordo com o observado, o lactente será considerado como um bebê “positivo” ou “não positivo” para risco psíquico que possa levar ao desenvolvimento de TEA, sendo o “bebê positivo” a variável desfecho do estudo. O tamanho mínimo da amostra estimado foi 123 bebês, considerando poder de 80%, nível de confiança de 95%, erro alfa de 5% e prevalência de 50% e após a coleta foi realizada a análise descritiva dos dados, com cálculo de medidas de tendência central e dispersão, bem como estimada a prevalência com respectivo intervalo de confiança de 95%. Para o treinamento em serviço, inicialmente foi definido o público-alvo, no caso os profissionais responsáveis pelos atendimentos de puericultura. Em seguida, foram selecionados os temas das aulas teóricas. Para palestrantes foram escolhidos profissionais do serviço com especialização e experiência na área em questão. O número de vagas foi calculado levando em conta o número de assentos disponíveis no Auditório. O curso foi divulgado através da Plataforma Doity, com a devida autorização do setor de comunicação da instituição para uso do nome e logo da instituição. A carga horária do curso foi de 20 horas. O local do treinamento prático foi o ambulatório de Pediatria Crescimento e Desenvolvimento do referido serviço. Resultados: O primeiro produto, artigo científico intitulado: “Prevalência de sinais positivos de risco psíquico para o transtorno do espectro autista em lactentes na puericultura” apresentou prevalência de 5,7% para sinais positivos de risco psíquico para o TEA. Ademais, observou-se predominância de recém-nascidos do sexo masculino (60,98%), nascidos por cesariana (58,20%), com peso ao nascer superior a 2500 g (81,30%) e idade gestacional a termo, acima de 37 semanas (80,49%). A maioria apresentou Apgar no 5º minuto maior que 7 (91,87%). Predominaram mães com idade entre 20 e 34 anos (69,92%) e pais com até 40 anos (83,90%). Doenças maternas durante a gestação estiveram presentes em 73,17% dos casos, sendo mais frequentes diabetes gestacional (30,77%) e outras condições clínicas (30,77%). A maior parte dos recém-nascidos não apresentou sofrimento fetal (83,47%), não necessitou de internação em unidade de terapia intensiva neonatal (76,23%), tampouco de oxigenoterapia (66,67%). Quase todas as gestantes realizaram pré-natal (99,17%), com início no primeiro trimestre (88,03%) e mais de seis consultas (91,38%). O treinamento em serviço, intitulado: “I Curso de Desenvolvimento do Bebê: Capacitação na Identificação Precoce do Risco de Autismo e Treinamento prático na utilização da Grade PREAUT”, apresentou resultados satisfatórios. O curso contou com a participação de 55 profissionais, incluindo, além do público-alvo inicialmente previsto, profissionais das áreas de enfermagem e psicologia, o que evidencia o caráter multiprofissional da iniciativa. Observou-se elevado interesse dos participantes pela temática abordada, refletido pelo engajamento ao longo das atividades propostas. Diante dos resultados obtidos, sugere-se a viabilidade da implementação da Grade PREAUT nos serviços de puericultura da rede pública do Distrito Federal, com o objetivo de favorecer a identificação precoce de sinais de risco para o transtorno do espectro autista e reduzir a ocorrência de diagnósticos tardios, frequentemente associados a maiores prejuízos no desenvolvimento e a menor efetividade das intervenções. O projeto encontra-se alinhado à linha de pesquisa Qualidade na Assistência à Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente, contribuindo para o fortalecimento das práticas de vigilância do desenvolvimento infantil no âmbito da saúde pública. Discussão: A prevalência de 5,7% de sinais de risco para transtorno do espectro autista (TEA) identificada por meio da Grade PREAUT reforça a plausibilidade da detecção precoce de vulnerabilidades do desenvolvimento ainda no primeiro ano de vida. A predominância do sexo masculino observada na amostra é consistente com achados epidemiológicos, enquanto o fato de a maioria das crianças ter nascido a termo e com peso adequado sinaliza que o TEA pode emergir mesmo na ausência de condições neonatais adversas graves, refletindo seu caráter multifatorial. Sinais comportamentais relacionados à comunicação e à interação social tornam-se progressivamente mais discriminativos a partir do final do primeiro ano de vida, sustentando o uso de instrumentos de rastreamento nesse período. Embora marcadores comportamentais nos primeiros meses ainda apresentem baixa estabilidade, alterações atencionais, motoras e relacionais podem anteceder o diagnóstico formal. Nesse contexto, ferramentas como a Grade PREAUT, quando utilizadas de forma sistemática e, preferencialmente, associadas a outros instrumentos ao longo do acompanhamento, podem contribuir para a vigilância do desenvolvimento e para o encaminhamento oportuno de casos suspeitos. Embora o delineamento transversal limite inferências causais, os achados destacam a importância da triagem precoce em serviços de puericultura como estratégia de cuidado ampliado, capaz de reduzir o atraso no reconhecimento de sinais de risco, favorecer intervenções precoces e qualificar a atenção à saúde infantil. A realização do treinamento em serviço para utilização da Grade PREAUT evidencia a viabilidade da capacitação de profissionais da atenção à saúde infantil para a identificação precoce de sinais de risco psíquico no contexto da puericultura. A adesão multiprofissional ao curso e o interesse demonstrado pelos participantes indicam a pertinência da temática e a demanda por instrumentos que auxiliem a vigilância do desenvolvimento infantil na prática clínica cotidiana. A incorporação de ferramentas padronizadas, associada à formação adequada das equipes, contribui para a qualificação do cuidado e para a redução da dependência exclusiva de encaminhamentos tardios aos serviços especializados. Do ponto de vista assistencial, a implementação da Grade PREAUT como produto deste estudo apresenta potencial para fortalecer a atenção primária e secundária à saúde da criança, ao favorecer a identificação de sinais precoces de vulnerabilidade relacional e comunicativa antes da consolidação de quadros mais graves. O uso da Grade PREAUT, compreendida como instrumento de triagem e não de diagnóstico, possibilita intervenções parentais iniciais, orientação às famílias e acompanhamento longitudinal, alinhando-se a modelos contemporâneos de cuidado centrados na prevenção e na promoção do desenvolvimento saudável. Além disso, a integração do produto aos serviços de puericultura pode contribuir para a organização de fluxos assistenciais mais eficientes, com encaminhamentos baseados em critérios clínicos padronizados e redução da sobrecarga dos níveis terciários de atenção. Ao priorizar a formação continuada e o uso ético de instrumentos de rastreamento, o produto reforça a perspectiva de cuidado ampliado, evitando a rotulação precoce e promovendo uma abordagem sensível às singularidades do desenvolvimento infantil, com potencial impacto positivo tanto para as famílias quanto para o sistema de saúde. Conclusão: Destaca-se a importância e a necessidade de serem realizados mais estudos e propostas de treinamento de equipes como o realizado neste estudo, uma vez que um profissional qualificado tem uma importância fundamental no diagnóstico do TEA e para que este seja firmado em fase que possibilite a instituição de terapias apropriadas, com consequente melhora da qualidade de vida dessa população e seus cuidadores. O estudo visou demonstrar a prevalência de lactentes com sinais de risco psíquico para desenvolvimento de TEA. É reforçada a necessidade de aplicação de outros métodos para complementar o diagnóstico do TEA em crianças com idade inferior a dois anos. O método utilizado é adequado e inovador, tendo potencial para influenciar políticas públicas na área de saúde da criança, com impacto positivo nas políticas e práticas e na formação dos profissionais responsáveis pelos atendimentos deste público. O estudo apresenta originalidade e relevância para o desenvolvimento científico, tecnológico e social, inclusive para a Área de Enfermagem, uma vez que nas Unidades Básicas de Saúde, os enfermeiros, juntamente com médicos das Equipes de Saúde da Família (eSF), são responsáveis pelos atendimentos de puericultura do público infantil. A produção técnica desenvolvida, no caso o curso de treinamento citado anteriormente, tem potencial para gerar impacto positivo no quesito diagnóstico e tratamento de casos de TEA, uma vez que, a aplicabilidade de tal produto pode se dar a nível local, regional, ou até mesmo, nacional, de acordo com sua divulgação, tendo capacidade de devolução dos resultados para a sociedade e para a comunidade científica e/ou autoridades em saúde. Cabe, por fim, diante de nossos resultados, ressaltar aqui a importância de que mais estudos visando a aprimoração do diagnóstico precoce do risco de autismo, sejam realizados em breve, com uma amostra maior, não apenas limitada a um único hospital ou realizado em tão pouco tempo, mas pelo menos delimitada a nosso estado, para que se possa conseguir traçar um perfil sociodemográfico e psicossocial de nossos casos de TEA.
Resumen : Introduction: Autism Spectrum Disorder (ASD) is a neurodevelopmental condition characterized by impairments in social interaction and communication, as well as restricted and repetitive behaviors and interests. Early diagnosis is associated with timely intervention and attenuation of the severity of phenotypic and genetic expression. ASD originates in the early years of life; however, its clinical presentation is heterogeneous, and early signs may be evident shortly after birth, making its identification, treatment, and the formulation of public health policies a major challenge. Objective: To identify the prevalence of positive signs of psychic risk for the development of ASD in infants aged four to fifteen months followed at a reference service in the Federal District using the PREAUT Grid—a screening tool validated in Brazil, originally developed in France and grounded in psychoanalytic principles—while also training healthcare professionals responsible for child health care to incorporate the PREAUT Grid into routine clinical practice. Methods: This was an observational, cross-sectional, and descriptive study conducted between March and July 2025, including infants aged four to fifteen months. Risk signs and associated factors for ASD were assessed using the PREAUT Grid and a structured questionnaire containing sociodemographic and perinatal variables considered relevant in the literature, including chronological age (months), gestational age (weeks and days), sex (female or male), type of delivery (vaginal or cesarean), Apgar scores at 1 and 5 minutes, birth weight (grams), and parental age (years), need for neonatal ICU admission, need for oxygen therapy, prenatal care received by the mother, gestational period at which prenatal care began and number of visits, maternal illnesses during pregnancy, use of neuropsychiatric medications by the mother, and other clinical conditions.. The study was carried out at the Pediatric Outpatient Clinic – Growth and Development, located in the Child and Adolescent Unit of a university hospital in the Federal District. The research comprised four stages: participant selection, data collection, training of the healthcare team in the use of the PREAUT Grid, and statistical analysis of the association between the outcome variable and predefined covariates. The PREAUT Grid consists of four questions assessing mother–infant interaction, with a maximum score of 15 points. When the initial score is below three, two additional questions are applied. Based on the observed behaviors, infants are classified as “positive” or “non-positive” for psychic risk potentially leading to ASD, with “positive infant” defined as the study outcome. The minimum estimated sample size was 123 infants, considering 80% power, a 95% confidence level, a 5% alpha error, and an estimated prevalence of 50%. Data analysis included descriptive statistics, measures of central tendency and dispersion, and estimation of prevalence with corresponding 95% confidence intervals. For the in-service training, the target audience—professionals responsible for child health care—was defined, theoretical topics were selected, and lecturers with expertise in the field were chosen from within the institution. The number of available slots was determined by the auditorium capacity. The course was advertised through the Doity platform with institutional authorization. The total workload was 20 hours, and practical training took place in the pediatric outpatient clinic. Results: The first product, a scientific article entitled “Prevalence of positive signs of psychic risk for autism spectrum disorder in infants attending child health care clinics”, identified a prevalence of 5.7% of positive risk signs for ASD. The sample was predominantly male (60.98%), born by cesarean section (58.20%), with birth weight greater than 2500 g (81.30%), and born at term (≥37 weeks; 80.49%). Most infants had a 5-minute Apgar score greater than 7 (91.87%). Most mothers were aged 20–34 years (69.92%), and most fathers were aged 40 years or younger (83.90%). Maternal diseases during pregnancy were reported in 73.17% of cases, with gestational diabetes (30.77%) and other clinical conditions (30.77%) being the most frequent. Most infants did not experience fetal distress (83.47%), did not require neonatal intensive care (76.23%), or oxygen therapy (66.67%). Almost all mothers attended prenatal care (99.17%), initiated in the first trimester (88.03%), with more than six consultations (91.38%). The in-service training, entitled “I Course on Infant Development: Training in the Early Identification of Autism Risk and Practical Use of the PREAUT Grid.”, yielded satisfactory results, with 55 participants, including professionals from nursing and psychology, highlighting its multiprofessional nature. High participant engagement was observed. These findings support the feasibility of implementing the PREAUT Grid in public child health services in the Federal District to promote early identification of ASD risk and reduce delayed diagnoses. The project aligns with the research line Quality of Care for Women’s, Children’s, and Adolescents’ Health. Discussion: The 5.7% prevalence of ASD risk signs identified using the PREAUT Grid supports the feasibility of early detection of developmental vulnerabilities within the first year of life. The predominance of male infants aligns with epidemiological evidence, while the fact that most infants were born at term with adequate birth weight highlights the multifactorial nature of ASD. Communication- and interaction-related behavioral signs become increasingly discriminative toward the end of the first year of life, supporting the use of screening tools during this period. Although early markers show limited stability, attentional, motor, and relational changes may precede formal diagnosis. Systematic use of tools such as the PREAUT Grid—especially when combined with other instruments—can enhance developmental surveillance and timely referral. The professional training demonstrated the feasibility of qualifying healthcare teams for early risk identification within child health care settings. Incorporating standardized tools and continuing education can improve care quality and reduce reliance on late referrals. As a screening tool rather than a diagnostic instrument, the PREAUT Grid enables early parental guidance and longitudinal follow-up, aligning with preventive and health promotion models. Its integration into routine care may also improve service organization and reduce tertiary care overload. Conclusion: The findings highlight the importance of expanding research and professional training initiatives aimed at early identification of ASD risk. Qualified healthcare professionals play a critical role in establishing timely diagnoses and initiating appropriate interventions, thereby improving quality of life for affected individuals and their families. The study demonstrated the prevalence of psychic risk signs for ASD in infants and reinforces the need for complementary diagnostic approaches in children under two years of age. The proposed method is innovative and has the potential to inform child health policies, professional training, and clinical practice, particularly in nursing, given the role of nurses in primary child health care. The training course developed represents a technical product with potential local, regional, and national impact. Further large-scale, longitudinal studies are recommended to better characterize the sociodemographic and psychosocial profile of ASD cases and strengthen early detection strategies.
Palabras clave : Transtorno do espectro autista
Diagnóstico precoce
Triagem
Desenvolvimento infantil
metadata.dc.subject.cnpq: CNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::MEDICINA
metadata.dc.language: por
metadata.dc.publisher.country: Brasil
Editorial : Escola de Saúde Pública do Distrito Federal
metadata.dc.publisher.initials: ESP/DF
metadata.dc.publisher.department: Gerência do Curso de Mestrado e Doutorado
metadata.dc.publisher.program: Programa de Pós-graduação em Mestrado Profissional em Ciências para a Saúde
Citación : CAMPOS, I. S. C. Identificação precoce dos sinais de risco para transtorno do espetro autista no ambulatório de puericultura de um serviço de referência do Distrito Federal: trainamento no uso da Grade Preaut. 2026. 125 p. Dissertação (Mestrado - apresentado ao Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Ciências para a Saúde), Escola de Saúde Pública do Distrito Federal - ESPDF, Brasília, 2026.
metadata.dc.rights: Acesso Embargado
URI : https://repositoriobce.fepecs.edu.br/handle/123456789/1675
Fecha de publicación : 19-ene-2026
Aparece en las colecciones: Programa Ciências para a Saúde (MPCS)

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